Decrypt
Os ETFs de Bitcoin à vista nos EUA receberam US$ 134,5 milhões na sexta-feira, estendendo para sete dias uma sequência de entradas que já soma cerca de US$ 2,98 bilhões, segundo o rastreador do Decrypt. A série reverte as saídas de US$ 746,3 milhões registradas em setembro e é um termômetro relevante do apetite institucional pelo ativo, que brasileiros acompanham de perto via B3 e fundos no exterior.
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Decrypt
A falha do Senado americano em avançar com o Clarity Act transferiu a formulação das regras do setor cripto do Legislativo para os órgãos reguladores, arranjo que deve prevalecer no futuro previsível. Em menos de 48 horas, a SEC apresentou uma iniciativa sobre ações tokenizadas, sinalizando que a agência pretende conduzir o jogo — movimento com efeito direto sobre tokens, stablecoins e o mercado DeFi global.
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CoinTelegraph
Hester Peirce, conhecida no mercado como 'Crypto Mom', apresentou renúncia formal da SEC após cerca de oito anos de mandato, período em que também dirigiu a força-tarefa de criptomoedas da agência. A saída remove uma das vozes mais simpáticas ao setor de um regulador que está redefinindo seu papel na supervisão do cripto.
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The Block
Os ETFs de Bitcoin registraram entrada de US$ 2,4 bilhões em uma semana, o maior fluxo desde outubro, colocando o resultado anual dos fundos de volta em território positivo. Há apenas dois meses, os ETFs acumulavam saídas de cerca de US$ 5,8 bilhões no ano — um sinal claro de que o apetite institucional pelo cripto reheinou força.
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CryptoSlate
Projetos de criptomoedas gastaram cerca de US$ 638 milhões em recompras de tokens até o fim de agosto de 2026, segundo dados da Allium Labs — número recorde, acima dos US$ 545 milhões registrados no mesmo período de 2025. Com a SEC derrubando obstáculos regulatórios, a prática se consolida como ferramenta de valorização de tokens no mercado.
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CriptoFácil
As altcoins avançaram em bloco, lideradas por projetos de computação e DeFi, enquanto o Bitcoin operou de forma estável. A exchange Bitget permanece com os saques suspensos em meio a um ataque cibernético, o que reforça a cautela com plataformas centralizadas e explica parte do ímpaso por ativos e protocolos alternativos.
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Livecoins
A Tether, emissora da USDT, sofreu nesta sexta-feira (25) mais um revés com um parceiro bancário: fundos ligados à empresa estão presos no EQIBank, instituição sediada na República Dominicana que virou alvo de confisco pelos EUA por causa da Capstone. O episódio se soma à batalha da empresa para receber R$ 1,6 bilhão do Banco Master. A exposição bancária da maior stablecoin do mundo segue sendo seu ponto vulnerável.
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Portal do Bitcoin
A corretora americana de capital aberto Robinhood colocou no ar na quarta-feira a mainnet pública da Robinhood Chain, sua blockchain de segunda camada construída sobre o Ethereum. A estratégia é centrada em ações tokenizadas e inteligência artificial, estreitando a fronteira entre mercados tradicionais e cripto. Para o investidor, é mais um sinal de que a tokenização de ativos deixou de ser promessa.
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Portal do Bitcoin
A corretora de criptomoedas Crypto.com anunciou nesta quinta-feira (15) que conquistou uma licença de Instituição de Pagamento (IP) junto ao Banco Central do Brasil. Com a autorização, passa a poder oferecer contas de pagamento pré-pagas no país, entrando no mesmo marco regulatório que já alcança players locais. É um passo relevante na integração entre cripto e o sistema financeiro brasileiro.
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CryptoSlate
As regras propostas pelo Federal Reserve para emissores de stablecoins de pagamento sob sua supervisão incluem um relógio de crise medido em horas. Se as reservas caírem abaixo do valor dos tokens em circulação, o emissor enfrenta um processo de liquidação em até 48 horas, medida que busca evitar corridas bancárias em versão digital. Para usuários de stablecoins, há uma camada extra de disciplina — e de execução…
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Bitcoin Magazine
A carta publicada pela Bitcoin Magazine relata meses de trânsito entre penitenciárias federais americanas e os bastidores do caso da carteira Samourai, conhecida por foco em privacidade. O texto reacende o debate sobre a criminalização de ferramentas de privacidade em bitcoin. É leitura recomendada para quem acompanha os limites entre privacidade individual e ação do Estado.
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